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Polinésia 2018-07-29T15:04:36+00:00

O país

O Taiti (em francês Tahiti) é a maior ilha da Polinésia Francesa, localizada no conjunto Barlavento do arquipélago das Ilhas da Sociedade. A capital é Papeete, situada na costa noroeste da ilha.

Com uma distância de 45 quilômetros entre seus pontos mais extremos e cobrindo uma área de aproximadamente 1045 quilômetros quadrados, o Taiti divide-se em duas porções quase circulares. A maior situa-se na metade noroeste da ilha e é conhecida como Tahiti Nui (Grande Taiti), enquanto a metade sudeste, muito menor, é denominada Tahiti Iti (Pequeno Taiti). A ilha foi formada por atividade vulcânica, sendo circundada por recifes de coral. Seu interior é montanhoso. Seu pico mais elevado, o Monte Orohena, culmina a 2241 metros sobre o nível do mar. O clima é quente e úmido.

De acordo com o censo de 2012, o Taiti apresenta uma população estimada em 186,9 mil habitantes, sendo a comuna de Faa’a a mais populosa, com aproximadamente 30 mil habitantes. Tais números fazem do Taiti a ilha mais populosa da Polinésia Francesa, representando 68,5% de sua população total.

A ilha era parte do Reino do Taiti até a anexação pela França em 1880, quando foi proclamada colônia francesa. O idioma oficial é o francês, apesar de o taitiano ser amplamente falado pelos nativos.<p>

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O Projeto Polinesia é um reflexo do coração de Deus ao coração de nosso lider de campo o Pastor Urias Brito, que com muita perseverança e chamado divino construi a Igreja e formou lideres na Ilha de Pascoa. No ano de 2012 a Igreja recebeu a surpreendente visita de dois reis da Ilha do Taiti que convidou o pastor Urias Brito para implantar igrejas na Polinesia.

O projeto

A evangelização do Taiti

OS VENTOS do evangelismo começaram a soprar pela Europa no fim do século 18. Na GrãBretanha, William Carey, que se tornaria missionário, impeliu protestantes com apelos ardentes a evangelizar territórios virgens, incluindo o Taiti. Carey foi motivado pela ordem que Jesus deu a seus seguidores, de fazer discípulos de pessoas de todas as nações. (Mateus 28:19, 20) Em 1802, o livro que foi sucesso de vendas, do escritor francês François-Auguste-René de Chateaubriand, Le Génie du christianisme (O Gênio do Cristianismo), também motivou o fervor missionário católico.

Logo começaram a surgir sociedades e associações missionárias católicas e protestantes. Em 1797, a Sociedade Missionária de Londres enviou 29 missionários ao Taiti. Em 1841, chegou um grupo de católicos pertencentes à ordem dos Padres de Picpus, e três anos depois, membros da Igreja Mórmon. Mas, em pouco tempo, muitos dos recém-chegados se desviaram de sua principal missão espiritual e se envolveram na política e no comércio. Por que se desviaram?

Aliados dos ariʽi

De início, os ensinamentos dos missionários protestantes não foram bem recebidos. De acordo com certo autor, “a mensagem deles continha mais fogo e enxofre do que compaixão e amor ao próximo”. Além disso, como os pregadores logo perceberam, ninguém teria coragem de se batizar como cristão antes dos ariʽi, ou chefes tribais, que também eram líderes religiosos. Assim, os missionários decidiram se concentrar nesses líderes.

Um chefe em particular, Pomare II, acolheu os missionários, encarando-os como possíveis aliados em sentido militar e econômico. Eles, por sua vez, viam em Pomare um meio de promover seus interesses. Além disso, desde o início, tinham certa influência por servir de intermediários entre os taitianos e os marinheiros que costumavam passar por ali para obter suprimentos.

Na esperança de que os missionários o ajudassem a promover suas ambições políticas e a negociar a fim de conseguir as armas que queria, Pomare mostrou interesse pela mensagem deles, e logo em 1811 pediu para ser batizado. No ano seguinte, colocou seu desejo por escrito. No entanto, por oito anos, os missionários recusaram seu pedido, achando melhor esperar para ver se ele viveria mesmo de acordo com as normas bíblicas de moral. Nesse meio-tempo, Pomare foi bem-sucedido em se estabelecer como incontestável rei do Taiti e das vizinhas ilhas Sociedade. De novo, pediu para ser batizado. Por fim, em 1819, os missionários concordaram.

O resultado foi imediato. Dentro de uns cinco anos, praticamente todos os habitantes das ilhas Sociedade, da parte oeste do arquipélago de Tuamotu e de metade das ilhas Austrais professavam o cristianismo.

O Código Pomare

A “conversão” em massa dos ilhéus exigiu a substituição de leis, costumes e valores antigos por mais novos. Para isso, Pomare recorreu aos missionários, que já por muito tempo desejavam reformar os costumes tribais e limitar o poder do rei. Assim, os missionários aceitaram o pedido de Pomare e formularam um conjunto de leis. De acordo com certa obra de referência, essas leis reuniam “princípios gerais da constituição britânica, declarações das Escrituras e práticas das nações cristãs”. Após muitas revisões, o rei aceitou o produto final como o primeiro código escrito de leis do Taiti, que veio a ser chamado de Código Pomare.

O Código Pomare tornou-se um modelo para as ilhas e os arquipélagos vizinhos, que passaram a estabelecer sistemas de leis similares. O código obrigava a estrita observância do sábado, continha penalidades por violações como adultério, bigamia, roubo e rebelião, e decretava a pena de morte por assassinato e infanticídio. Todas as formas de entretenimento lascivo eram proibidas.

Envolvimento na política

Os missionários protestantes estavam “profundamente envolvidos na alta política da ilha”, declara o livro Where the Waves Fall (Onde as Ondas Rebentam). “Além de seu papel ‘puramente’ evangélico, eles haviam se tornado estrategistas militares, conselheiros sobre economia e política, e formuladores de documentos legais e constitucionais.” O mesmo aconteceu com missionários mórmons e católicos, que basicamente assumiram o controle dos assuntos civis e políticos das ilhas onde se estabeleceram. Na ilha de Tubuai, que faz parte das ilhas Austrais, um missionário mórmon afirmou: “As rédeas do governo estão nas mãos da igreja. . . . Ocupo o cargo de primeiro-ministro da ilha.” Nas ilhas Gambier, os católicos passaram a exercer uma influência parecida quando um clérigo assumiu o cargo de ministro do governo.

Em vez de se concentrarem apenas em assuntos espirituais, os missionários “optaram por uma evangelização política”, comentou a historiadora Claire Laux. Viam nisso um meio mais rápido de conseguir o que queriam. Agindo desse modo, os missionários contrariaram as diretrizes das autoridades de suas igrejas. Mesmo assim, a religião e a política na Polinésia Francesa permanecem entrelaçadas até hoje.

Uma conversão genuína?

Um historiador da Sociedade Missionária de Londres escreveu mais tarde que “motivações morais tiveram pouca influência” na rápida conversão em massa dos habitantes dessas ilhas, e “a religiosidade e uma mudança de atitude, menos ainda”. Segundo o Professor Neil Gunson, a conversão do Taiti foi “meramente uma expressão da vontade de Pomare II, baseada nos costumes religiosos (não nas crenças) dos missionários ingleses”.

Muitos taitianos se tornaram cristãos apenas de nome e, em poucos anos, voltaram ao paganismo por meio de um movimento religioso chamado Mamaia. Era uma forma de adoração licenciosa que misturava aspectos do cristianismo com costumes e crenças tradicionais, sendo adotada até mesmo pela herdeira do trono.

Havia muitas desavenças entre os grupos protestantes — que incluíam anglicanos, calvinistas e metodistas — e ódio entre protestantes e católicos. “Os ilhéus não viam diferenças doutrinais entre as denominações, e não conseguiam compreender as cruéis rivalidades entre pessoas que se diziam irmãos”, diz o livro The Cambridge History of the Pacific Islanders (História dos Ilhéus do Pacífico segundo Cambridge). Por exemplo, quando chegaram ao Taiti, dois missionários católicos foram deportados imediatamente por ordem de um destacado exmissionário protestante. Isso provocou um incidente diplomático entre a Grã-Bretanha e a França, que quase resultou numa guerra. Por fim, a Grã-Bretanha concordou que o Taiti ficasse sob “proteção” francesa.

Um legado positivo

Olhando pelo lado positivo, muitos dos primeiros missionários zelosamente promoveram a alfabetização e ajudaram a acabar com o infanticídio, o canibalismo e o sacrifício humano. Embora alguns missionários possam ter sido austeros e rigorosos demais, eles se esforçaram para elevar a moral dos ilhéus.

Um grande bem que os missionários fizeram foi traduzir a Bíblia para o taitiano. Além disso, por esse meio, eles apresentaram ao povo o nome divino, que ainda é bem conhecido nas ilhas.* — Salmo 83:18.

“Perto está a minha justiça, vem saindo a minha salvação, e os meus braços governarão os povos; as ilhas me aguardam, e no meu braço esperam.!” Isaías 51:5

O Projeto

O Projeto Polinesia é um reflexo do coração de Deus ao coração de nosso lider de campo o Pastor Urias Brito, que com muita perseverança e chamado divino construi a Igreja e formou lideres na Ilha de Pascoa. No ano de 2012 a Igreja recebeu a surpreendente visita de dois reis da Ilha do Taiti que convidou o pastor Urias Brito para implantar igrejas na Polinesia.

Posterior a visita recebida, Pastor Urias Brito e sua esposa Missionaria Marciene Brito foram conhecer o Taiti e diversas Ilhas da Polinesia, nesta expedição missionaria foi constatado que existem varias Ilhas que ainda não possuem igrejas ou missionarios, é um campo branco para colheita de almas para nosso Senhor Jesus.

Dentre muitos sonhos e projetos para Polinesia destaca-se a prioridade de apoiar missionarios nativos que desenvolvem ministerios evangelisticos nas Ilhas, alem do apoio também é necessario a formação missiologica de novos lideres para que mais Ilhas sejam alcançadas com a mensagem de salvação e a implantação de igrejas autoctones.

“Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra”. ( Atos 1.8 )

Líderes

Pastor Luciano Vicente
Líder em base

Pastor Luciano Vicente é líder do projeto Discipulando Nações ( Guatemala ), resultado de um chamado de Deus no ano de 2003. Em 2005 foi consagrado ao ministério na Assembleia de Deus em Taubaté e assim desenvolve seu ministério como pastor na  Igreja Assembleia de Deus Missão na cidade de Taubaté – SP e também como presidente do projeto missionário Discipulando Nações ( implantação de igrejas autóctones, formação de lideres, missionários e tradução de porções bíblicas ),  atuando  como missionário em 14 etnias indígenas de 12 nações.

É formado em Teologia  pelo Centro Internacional de Missões em São Lourenço (MG), em Missiologia pela EMAD, Ciência da Religião e Bibliotecário pela Escola Ensino Nacional e Biblista ( bacharel com enfase em tradução de porções bíblicas ) pelo seminário SETEAD de Brasilia.

Tem como base bíblica o evangelho de Mateus 28:19 e Atos 1:8. Como objetivo: alcançar com a pregação do evangelho o maior número de almas em todas as nações para Cristo na visão de formar discípulos para dar continuidade ao trabalho evangelistico, apoiando missionários nativos com ajuda econômica, formação teologica e tradução bíblica.

Seu lema é: fazendo discípulos de Jesus até os confins da terra!

Pastor Urias Brito
Líder em Campo

Pastor Urias Brito, casado com Marciene Brito, sempre esteve envolvido e participando da obra de Deus e no ano de 1998 ao concluir sua formação teologica iniciou o estagio missionario no Brasil, no ano 2000 foi enviado junto com sua esposa para o campo missionario internacional nas Ilhas Juan Fernanades e Pascoa . Em 2014 deixou a missão nas Ilhas consolidada com liderança nacional e partiu para o Haiti para dar continuidade ao trabalho missionario e construir uma grande escola e orfanato. Atualmente esta desenvolvendo no Haiti e Republica Dominicana trabalhos evangelisticos, obras sociais, implantação de novas igrejas e coordenando a missão na Ilha de Pascoa Polinesia.

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