Início de um grande projeto

O projeto missionário desenvolvido pelo pastor Joaquim Rolim e esposa missionaria Lucilene Rolim tem avançado com muitos frutos espirituais, neste informativo estaremos compartilhando estes frutos para gloria de Deus.

No ano de 2016 o pastor Joaquim Rolim e esposa a Missionaria Lucilene Rolim chegaram na cidade de Pucallpa no norte da nação peruana, e após alguns meses de adaptação na cultura peruana e tramitis de documentos deram inicio ao chamado e razão porque estavam na selva.

Começaram apoiando cultos na igreja local na cidade de Pucallpa e a visitar as aldeias indígenas do interior e na oportunidade foi constatado a urgente necessidade de um trabalho missionário pioneiro no interior da densa selva amazônica peruana. Quando deram inicio a missão pioneira no interior da selva peruana foi estabelecido o seguinte proposito: Ir onde Cristo não foi anunciado, e onde não foi edificada nenhuma igreja.

No inicio apenas visitavam os lares, realizavam cultos e discipulado nas casas dos indígenas, mas diante de tantas necessidades foi criado vários projetos para atender o clamor da selva, neste informativo vamos mencionar cada projeto desenvolvido pelo casal de missionários Rolim.

Testemunho de vitória

Fazem dois anos que o casal de missionários Rolim chegaram a selva e iniciaram um grande movimento de plantação de novas igrejas, discipulado para crianças, jovens, adultos, e a distribuição de bíblias no idioma nativo (Shipibo Conibo). Em um culto feito no mês de maio de 2018 na aldeia Padre Bernard, local onde foi inaugurada uma igreja no mês de setembro do ano de 2017, a missionaria Lucilene Rolim ministrou a palavra de Deus e no fim da ministração fez o apelo e para sua alegria uma mulher e 4 jovens tomaram a decisão de receber a Cristo como salvador. Esta mulher que recebeu a Cristo como único e suficiente salvador é uma indígena Shipibo viúva de um homem que a quatro anos atrás ameaçou de morte um missionário que chegou para visitar e pregar o evangelho em sua aldeia. A mesma conta que seu esposo ameaçou o missionário e pediu que ele se retirasse imediatamente de sua aldeia, ou seria morto por ele, o missionário se foi e nunca mais foi visto, seu esposo foi caçar a tarde e acabou pisando em uma armadilha na selva, foi encontrado horas depois do acidente e antes de morrer pediu ao seu povo que recebesse o próximo missionário que chegasse em sua aldeia, pois ele sentia que aquilo era um castigo pela maldade que havia cometido. Dois anos após este fato chegaram em sua aldeia os missionários Rolim, plantaram uma igreja e atualmente depois de quatro anos esta senhora recebe a Cristo como salvador. Deus está salvando almas na selva peruana.

Campos Brancos

Na selva peruana, existem centenas de comunidades indígenas ainda não alcançadas com a pregação do evangelho e vivem isoladas, os motivos principais de não serem alcançadas são a dificuldade de chegar no interior, que só é possível através de barco pois não há estradas ou rodovias no interior da selva; outra barreira a ser vencida é o idioma e cultura que varia muito e para pregar o evangelho na selva o missionário precisa de muita graça divina e discernimento espiritual para que a mensagem apresentada seja entendida e produtiva para salvação dos povos da selva. O missionário Joaquim Rolim e esposa missionaria Lucile Rolim após o período de adaptação no campo começaram a visitar as comunidades indígenas da etnia Shipibo Conibo, foram desbravando um campo que em nossos dias no século 21 parece não existir, um povo que ainda não tem uma igreja e nenhum missionário trabalhando entre eles. De imediato os missionários iniciaram um trabalho de discipulado e aprendizado da língua em uma comunidade próxima a cidade de Pucallpa e desta maneira os missionários foram avançando para o interior, chegando a viajar mais de 30 horas de barco para evangelizar as comunidades indígenas isoladas. Assim foram ganhando a confiança dos lideres das comunidades e desenvolvendo diversos trabalhos com a finalidade única: apresentar Cristo aos povos Shipibo da selva peruana.

Luz em meio as trevas

Se quer plantar para poucos dias, plante flores. Se quer plantar por muitos anos, plante uma árvore. Se quer plantar para a eternidade, plante igrejas. Temos quatro motivos para plantar igrejas: primeiro é um mandamento bíblico, segundo é uma das estratégias evangelísticas mais eficazes, terceiro é a maneira mais eficaz para preparar uma geração para servir a Cristo e quarto na igreja identificamos e formamos novos lideres para servirem a comunidade nativa local.

Depois de um ano que os missionários Rolim estavam trabalhando com os povos Shipibo Conibo, foram visitar a comunidade de Padre Bernard que é vizinha onde iniciaram as atividades com povos Shipibo, e foi iniciado um culto para crianças em baixo de uma grande árvore, mas os adultos começaram a chegar, passado alguns meses havia a necessidade de discipular e batizar os novos crentes, e ter um lugar para eles congregar. Foi doado um terreno para construção da igreja que é a primeira e única nesta comunidade nativa. Com apoio das igrejas brasileiras em parceria com a VEMBRASIL foi construída a primeira de muitas igrejas que os missionários Rolim estão plantando na selva peruana, com a chegada da igreja e cultos toda semana as trevas espirituais foram sendo dissipadas e o povo conhecendo o amor de Cristo. Atualmente existe outros projetos em andamento para plantação de mais igrejas em comunidades que nunca tiveram um missionário entre eles. Avançar sim, recuar jamais!

Lingua materna fala ao coração

Imagine agora se a bíblia ainda estivesse no hebraico, aramaico e grego ou no alemão que falava o reformador Martinho Lutero, certamente nós brasileiros de fala portuguesa ficaríamos limitado e com enorme desejo de conhecer mais acerca de Deus e seu amor para conosco pecadores. Alguém poderia sugerir que fizéssemos um estudo das línguas e assim ler e compreender as escrituras, mas muitos de nós brasileiros não teríamos tempo, dinheiro ou capacidade para aprender idiomas estrangeiros, então a conclusão simples que chegamos é: não teríamos a condição de ler, aprender e ensinar a mensagem bíblica. Isso é exatamente o que se passa com os povos indígenas no mundo todo e na selva do Peru entre a etnia Shipibo Conibo onde trabalha os missionários Rolim, os indígenas precisam urgente de acesso a escritura na língua materna a língua que fala o seu coração. Pois assim a mensagem bíblica é compreendida pelo nativos.

A bíblia Shipibo foi traduzida por missionários americanos que concluíram a tradução do novo testamento em 1983 e no ano de 2012 revisaram o novo testamento e terminaram o antigo testamento. Mas existem inúmeros fatores que impedem os Shipibos Conibo de ter a bíblia na sua língua, como: a falta de acesso a cidade pois vivem isolados na selva, a falta de dinheiro para comprar um exemplar e o desconhecimento de centenas de que Deus fala sua língua. Diante de todas as circunstâncias apresentadas missionario Joaquim Rolim teve a inciativa de realizar uma campanha com o tema: Doe vida, doe uma bíblia a uma indígena Shipibo e com apoio VEMBRASIL e igrejas brasileiras foram doadas centenas de bíblias que foram compradas na missão Suíça uma organização que faz a produção e distribuição de bíblias nativas em toda a nação peruana.

O missionário Joaquim Rolim tem viajado mais de trinta horas de barco pelo grande rio Ucayali que é o rio Amazonas peruano e também por igarapés que é pequenos rios levando cargas de bíblias para distribuir aos povos Shipibos que vivem isolados na selva peruana. Muitos aprenderam a ler e escrever com escolas improvisada em suas comunidades porem a maioria nunca teve acesso a escritura sagrada na sua língua materna. Em uma comunidade por nome Caquimacaia distante de Pucallpa a 26 horas de barco foi distribuído gratuitamente 80 bíblias (toda distribuição é gratuita) e ali um homem testemunhou que há mais de trinta anos ele ouviu falar que Deus falava seu idioma mais sem condição financeira de ir a cidade e adquirir um exemplar da bíblia ele passou a orar nestes trinta anos para que Deus enviasse a sua palavra escrita, não há palavras para expressar neste escrito o que este irmão indígena sentiu ao receber o exemplar da bíblia na sua língua materna. Muitas vezes nós brasileiros temos a bíblia, fácil acesso a estudos bíblicos e não fazemos uso das ferramentas que temos disponíveis, os Shipibo Conibo da selva peruana tem orado e jejuado para que a palavra de Deus chegue.

Curso de Teologia

Na selva peruana temos muitos irmãos indígenas da etnia Shipibo Conibo que são crentes e desejam ir a outras comunidades não alcançadas com a mensagem de salvação, porem falta o preparo teológico. O missionário Joaquim Rolim estabeleceu no interior da selva um curso básico de teologia para formar lideres Shipibo e assim os mesmos possam alcançar seu povo com a mensagem de salvação.

O missionário Joaquim Rolim tem incentivado e proporcionado a eles o uso da escritura na língua materna, idioma indígena que fala o coração dos povos Shipibo e também feito uso com muita sabedoria e graça de Deus da ETNODOXOLOGIA que é “o estudo teológico e prático de como e porque os povos das culturas diversas louvam e glorificam o Deus verdadeiro e vivo como Ele é revelado na Bíblia”.

Evangelismo e Discipulado

A missionaria Lucilene Rolim tem realizado um grande trabalho discipulando crianças, jovens e mulheres nas comunidades Shipibo Conibo na selva peruana, e sempre ao final das atividades é servido um lanche que para muitos dos presentes é a única refeição do dia. O missionário Joaquim Rolim tem procurado através do evangelismo alcançar todos os Shipibos Conibo desde o mais novo até o mais velho, para que isso ocorra ele tem usado diversas estratégias como culto ar livre, oração e discipulado no campo de terra onde se pratica o futebol, visita nos lares e viagens nos interiores da selva peruana. Também os missionários Rolim tem reunido crianças, jovens e mulheres ensinando artesanato e aula de musica e através das aulas tem uma melhor aproximação das comunidades que trabalham.

Ebenezer

Até aqui nos ajudou o Senhor, através de sua oração intercessora e contribuição financeira. O missionário Joaquim e esposa missionaria Lucilene são gratos a todos que tem intercedido e contribuído com a missão no interior da selva amazônica peruana. Amado mantenedor (a) e intercessor (a) a missão é árdua mas Deus tem sustentado seus missionários no campo de batalha. Palavras de Gratidão do Campo Missionário.

Obrigado por contribuir para que possamos cruzar as barreiras por detrás da cortina verde, para alcançar com amor de Deus aqueles que vivem e morrem na selva sem conhecer a Cristo como único e suficiente salvador de sua vida. Obrigado por contribuir com o objetivo que nos foi confiado por Deus, que é alcançar pessoas na selva peruana, pelas quais também nosso senhor Jesus morreu. Obrigado por contribuir com nosso chamado missionário na selva amazônica peruana e aqui temos o privilegio de ser o sal fora do saleiro e reino de Deus entre a etnia Shipibo Conibo.

Clame

É com muita alegria que compartilhamos neste informativo o andamento da obra missionaria na selva amazônica peruana, trabalho desenvolvido pelos missionários Joaquim Rolim e Lucilene Rolim e nesta oportunidade rogamos suas orações intercessoras pois a batalha espiritual é muito grande e há muitos desafios nesta seara de trabalho. Os missionários Rolim trabalham em 8 comunidades e existem mais de 70 ainda não alcançada com o evangelho de Cristo. Orem, estamos a partir do mês de Julho iniciando mais um trabalho e igreja em uma comunidade nativa que nunca teve missionários e igreja. Orem, pelos projetos desenvolvido para que tenham um único resultado a salvação de almas e edificação de vidas. Orem, pela vida, família, saúde dos missionários e esposa fiel companheira do missionário Joaquim Rolim. Obrigado por ler este informativo.

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