O país

A Guatemala, oficialmente República da Guatemala, é um país da América Central, limitado a oeste e a norte pelo México, a leste pelo Belize, pelo Golfo das Honduras e pelas Honduras e a sul por El Salvador e pelo Oceano Pacífico. Sua capital é a Cidade da Guatemala, que também é seu maior e mais populoso centro urbano.

A Guatemala tem sua história marcada pela civilização maia, que habitou o território do país durante todo o período pós-clássico, até a conquista do Iucatã pelos espanhóis. Além da Guatemala, os maias viveram em Honduras, Belize, na parte sul do México e na parte oriental de El Salvador. Após sua independência da Espanha em 1821, a Guatemala tornou-se parte da Estados Unidos da América Central e, após a sua dissolução, enfrentou uma instabilidade política que caracterizou toda a região durante meados do século XIX. No início do século XX, a Guatemala se caracterizava por uma mistura de governos democráticos, bem como uma série de regimes ditatoriais, os quais eram frequentemente assistidos pelo United Fruit Company e o governo dos Estados Unidos. De 1960 a 1996, a Guatemala sofreu uma guerra civil travada entre o governo e militantes de esquerda. Após o ocorrido, o país experimentou um crescimento econômico e eleições democráticas.

Com 15,5 milhões de habitantes, a Guatemala é o país centro-americano mais populoso, e o segundo mais densamente povoado. A população é formada majoritariamente por indígenas e descendentes. A língua oficial é o espanhol, tendo também outras 23 línguas maias, xinca e garífuna presentes.

Fonte: Wikipedia.

As religiões

O catolicismo era a única religião reconhecida durante o período colonial. Sempre havia questões de intolerância religiosa no país na época colonial devido às religiões politeístas dos nativos indígenas. O protestantismo tem aumentado significativamente nos últimos anos, devido à chegada de várias denominações dos Estados Unidos na década de 1970.

Com a chegada dos espanhóis no Novo Mundo, o povo foi convertido ao catolicismo, mas suas crenças primitivas não foram esquecidas. As crenças religiosas maia são praticadas por uma grande porcentagem da população. A prática das crenças religiosas maia tem aumentado bastante entre os descendentes desta civilização devido à proteção garantida a estes pelo Acordo de Paz, principalmente na parte ocidental do país. Um dos exemplos mais típicos desse sincretismo religioso são os ritos da Igreja de Santo Tomás, em Chichicastenango.

Existem atualmente na Guatemala pequenas comunidades de judeus (aproximadamente 1.200 praticantes) que possuem suas próprias sinagogas, muçulmanos, Santos dos Últimos Dias, Testemunhas de Jeová, ateus e budistas.

Em termos de estatísticas, 50% da população da Guatemala segue a Igreja Católica Romana, 34% são protestantes e 5% possuem outras religiões (1% dos quais possui crenças índigenas/tribais relacionadas com a religião do povo Maia) e 11% não pertencem a nenhuma religião.

O projeto

O projeto Guatemala está na liderança do pastor Junior Barreto e o missionário Luiz Guilherme que trabalham nesta nação evangelizando e com o objetivo de implantar igrejas autóctones entre as etnias desta nação.

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